O PSD apoia a diatribe de Alberto João que, não concordando com uma lei da República, não encontrou melhor solução que antecipar o ciclo eleitoral da Madeira, provocando eleições antecipadas.
De Alberto João já nada admira. Sempre actuou no sentido de dividir os portugueses da Madeira contra os portugueses do Continente, procurando, a um só tempo, capitalizar eleitoralmente no sentimento anti-continente dos Madeirenses e forçar a Republica, para amenizar esses sentimentos, a abrir os cordões à bolsa. E neste jogo Jardim é mestre, como o demonstram as sucessivas vitórias eleitorais que conseguiu.
O que me admira é a incapacidade do PSD para parar o “rei das bananas”. Cada vez que Jardim faz uma e o PSD consente, é mais uma machadada que o PSD dá na sua debilitada credibilidade. Com este apoio do PSD, ficámos todos a saber, como seria o rigor da despesa pública com Marques Mendes a Primeiro-Ministro.
Depois do triste espectáculo do (des)governo da Câmara de Lisboa, não era preciso esta colagem a Alberto Jardim para todos ficarmos a saber que o País não pode contar com este PSD.
Quanto a Alberto João, o melhor que lhe temos a fazer é deixá-lo sozinho com a sua maluqueira e se os Madeirenses o quiserem acompanhar, é tempo de reflectirmos se não será melhor dizer-lhes para se amanharem sozinhos.
Afinal, à custa das tetas da República, são já muito mais “ricos” que a maioria dos “cubanos do continente” e se insistem em cuspir no prato que comem, porque razão não devemos partir o prato de vez?
Terça-feira, Fevereiro 20, 2007
O que esperar deste PSD?
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Nelson Correia
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Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007
Sem Comentários
Pelo que diz o ilustre Presidente do Governo Regional da Madeira, eu sou um eunuco. Eu e mais uns tantos, como se pode comprovar aqui.
Como diz o título, não vou fazer comentários, nem sei como começar a comentar.
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Ricardo Ferreira
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Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007
Rescaldo dos resultados
Como ja é do conhecimento geral, o SIM ganhou no referendo com 59 % dos votos. Apesar deste não ter sido vinculativo, representa uma vontade clara do eleitorado em mudar a lei e em impedir que mais mulheres sejam julgadas por interromperem a gravidez.
A virória do SIM, no meu ponto de vista, deve-se a certos factos que ocorreram neste referendo, que foram novidade em relação ao referendo anterior. O primeiro que destaco, é a posição oficial do PS e do seu secretário-geral pelo SIM. Este facto premitiu que dirigentes e deputados do PS, se envolvessem na campanha activamente e nos movimentos pelo SIM. Tal facto permitiu que se filtrasse melhor a mensagem que se queria passar, fazendo com que o discurso do SIM fosse um discurso moderado e esclarecedor. A este facto deve-se também ter em conta a moderação com que os dirigentes do Bloco de Esquerda usaram também nos argumentos durante a campanha, não caindo nas sucessivas provocações do campo do não.
A virória do SIM, no meu ponto de vista, deve-se a certos factos que ocorreram neste referendo, que foram novidade em relação ao referendo anterior. O primeiro que destaco, é a posição oficial do PS e do seu secretário-geral pelo SIM. Este facto premitiu que dirigentes e deputados do PS, se envolvessem na campanha activamente e nos movimentos pelo SIM. Tal facto permitiu que se filtrasse melhor a mensagem que se queria passar, fazendo com que o discurso do SIM fosse um discurso moderado e esclarecedor. A este facto deve-se também ter em conta a moderação com que os dirigentes do Bloco de Esquerda usaram também nos argumentos durante a campanha, não caindo nas sucessivas provocações do campo do não.
Outra boa novidade, foi o aparecimento do movimento Médicos Pela Escolha, que trouxeram mais rigor a esta campanha e souberam contrapor o uso de argumentos falaciosos usados pelo campo do não. Devo felicitar este movimento pelo seun excelente trabalho desenvolvido.
O movimento Jovens Pelo Sim, também foi uma novidade nesta campanha, tentando lutar contra o que foi uma das causas de abstenção no anterior referendo. Comandado em parte pela JS, estrutura que luta por esta causa desde o inicio da sua existência, o movimento Jovens Pelo Sim, trouxe também uma faixa etária preocupada com esta problemática e também realizou uma campanha esclarecedora e moderada, na qual tive imenso prazer de prestar o meu contributo.
Outra novidade foi o movimento Cidadania e Responsabilidade pelo Sim, este movimento que agrupou pessoas da sociedade civil, sem pressupostos politicos realizou uma excelente campanha, também assente na moderação.
Esta última palavra, moderação foi bastanbte repetida por mim, pela razão de eu achar que é o adjectivo que melhor qualifica a campanha realizada pelo SIM. No campo inverso assistiu-se a um rol de fundamentalismos, contradições e mesmo de falácias científicas, econónicas e sociais. Devo mesmo dizer que só os mais radicais do não é que souberam preservar a coerencia do seu discurso: a mulher deve ir presa por abortar independentemente do motivo. Esta faixa de radicais do nao, ainda teve alguma preponderância nesta campanha, pois o campo do não socorreu-se de todas as armas que tinha ao seu alcance.
Resta-me dizer que positivo, foi a participação de dirigentes e individualidades do PSD na campanha pelo SIM, e a navegação sem rumo dos discursos de Marques Mendes e Marcelo Rebelo de Sousa. Neste último caso, até um humorista soube bem rebater os argumentos usados pelo Professor.
A nível local, foi com muita alegria que assisti em primeira mão à vitória do SIM na freguesia da cidade de Penafiel. Os eleitores mais jovens foram os principais responsáveis por esta expressão de voto. A este facto a JS de Penafiel contribuiu em grande medida em associação com o movimento Jovens Pelo Sim, para esta vitória local.
A vitória foi comemorada, agora começa o trabalho de acompanhamento de redacção da Lei e da sua regulamentação. A isto vamos estar atentos e a outras causas também vamos estar atentos.
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Ricardo Ferreira
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Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Olá Século XXI.
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Sábado, Fevereiro 10, 2007
Apanhados da Assembleia Municipal de 9 de Fevereiro
Decorreu, ontem, dia 9 de Fevereiro uma sessão ordinária da Assembleia Municipal de Penafiel, em cuja ordem de trabalhos constava a discussão e votação da proposta da Câmara Municipal de Revisão do Plano Director Municipal de Penafiel.
Antes, disso, porém, os senhores deputados municipais, no período antes da ordem do dia, tiveram a oportunidade de interpelar o senhor Presidente da Câmara para vários assuntos de interesse relevante para o concelho.
Nesta sessão, o senhor Presidente da Câmara, ao contrário do que lhe tem sido habitual, foi muito pródigo na delegação nos seus Vereadores do dever de resposta às questões que lhe foram colocadas.
Nestes, sobressaiu o Senhor Vereador Mário Magalhães que respondeu às questões directamente relacionadas com as suas atribuições, mas também a outras que sendo transversais, podem indiciar a preparação da transição de poder na maioria municipal.
Não falta quem jure, a pés juntos, que o candidato do PSD às próximas eleições autárquicas, será o super vereador Mário Magalhães, preparando-se o Presidente em exercício, para outros voos.
•
Por falar em pés juntos, nesta Assembleia, pela voz do senhor Presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho de Recezinhos, ficámos a saber que, em matéria de Revisão do Plano Director Municipal, no período de consulta aos senhores Presidentes de Junta, fizeram-se compromissos. Compromissos que não foram assumidos num qualquer local. Não senhor.
Disse o senhor Presidente da Junta de S. Martinho de Recezinhos.
Na votação, o Senhor Presidente da Junta da Freguesia de S. Martinho votou pela aprovação da proposta do PDM. Antes tinha dito que o seu sentido de voto resultaria das respostas que entretanto lhe fossem dadas àquela questão.
Respondeu-lhe o senhor Presidente da Câmara:
Logo a dita zona de ninguém, de ninguém continuará a ser!...
Não foi por isso, a resposta do Senhor Presidente da Câmara que justificou o voto do Senhor Presidente da Junta.
Que outras respostas terão sido dadas ao senhor Presidente da Junta para ele confiar num PDM que deixa como “terra de ninguém”, uma parcela de terreno da sua freguesia?
Acreditará o senhor Presidente da Junta que tendo o compromisso que referiu sido assumido em cima de um joelho, o dono do cujo, o resolverá, para não vir a sofrer uma praga que o encha de artrite?!
•
As incertezas do senhor Presidente da Câmara:
Ficámos sem saber, em que certezas laborou o senhor Presidente da Câmara para elaborar a proposta de PDM para as freguesias em que ele não sabe o que é melhor, como ficámos sem saber, com critérios elaborou o senhor Presidente o Plano de Financiamento do PDM.
Incertezas também as manifestou o cidadão António Ribeiro que fez uma intervenção no período destinado ao público:
Lamentando a falta de manutenção daquele caminho, desabafou o munícipe:
Mas antes que o municipe desse o credito da obra a S. Braz, apareceu S. Mário Magalhês, a garantir:
•
Apesar das incertezas do Senhor Presidente da Câmara e da certeza do Senhor Deputado Municipal do PSD Eng. Manuel António de que
Não deixou este senhor deputado, do alto da sua sapiência, proclamar, à boa maneira do Pacheco de Eça:
“Para o PS devia-se construir a torto e a direito”
Se até ele diz que este “não é o PDM que gostaria para Penafiel”, como não reconhecer ao PS razão para se abster?
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Certezas da maioria quanto ao novo PDM:
As certezas do senhor deputado Manuel António:
Saberá o senhor deputado que a população actual de Penafiel é de cerca de 72.000 habitantes?
•
O poder dos jornalistas
Confissão do senhor Vereador Rodrigo Lopes:
Força senhores jornalistas, fotografia tirada, é problema acudido.
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Conselhos do Senhor Presidente da Câmara:
Pois não senhor Presidente, nem em todos os jornais da nossa região, o acreditar, é uma questão de fé!
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O que o senhor Presidente da Câmara quer para Penafiel:
E para que a oposição não pensasse muito sobre as intenções do Presidente, ficou o desafio:
Mas não seria útil, juntar àquele desafio, um outro, à Associação representativa dos comerciantes de Penafiel, para também eles, ajudarem a reflectir sobre os prós e os contras desta opção presidencial?
•
Que Penafiel precisa de investimento, ninguém tem dúvidas, apesar das dúvidas do senhor deputado municipal do PS, Sousa Pinto, sobre a viabilidade da construção de dois campos de golfe.
Dúvida, não tem o senhor deputado municipal do PS, André Ferreira de que a “
Apesar das objecções que o Presidente da Câmara fez ás certezas do senhor deputado municipal André Ferreira, não foi capaz de avançar com uma única razão plausível para que “gente de média capacidade de raciocínio” entenda o porquê dos fornecedores da Câmara, sistematicamente, recorrem ao factoring para receber o que lhe facturam.
Fosse a Câmara Municipal de Penafiel bom pagador e que razões teriam os seus fornecedores, (como ainda recentemente um número significativo deles o fez), para recorrer a factorings, com vencimento a dois anos?
•
Para culminar as intervenções sobre a proposta de revisão do PDM, o senhor Presidente da Câmara fez uma interpretação que quis autêntica, das intervenções dos opositores para, disse, os jornais não interpretarem mal o que ali se tinha dito.
Esperemos, pois, pela publicação dos jornais, para verificarmos se não laborou o Senhor Presidente em erro, sobre as capacidades de entendimento dos senhores jornalistas presentes na reunião…
Antes, disso, porém, os senhores deputados municipais, no período antes da ordem do dia, tiveram a oportunidade de interpelar o senhor Presidente da Câmara para vários assuntos de interesse relevante para o concelho.
Nesta sessão, o senhor Presidente da Câmara, ao contrário do que lhe tem sido habitual, foi muito pródigo na delegação nos seus Vereadores do dever de resposta às questões que lhe foram colocadas.
Nestes, sobressaiu o Senhor Vereador Mário Magalhães que respondeu às questões directamente relacionadas com as suas atribuições, mas também a outras que sendo transversais, podem indiciar a preparação da transição de poder na maioria municipal.
Não falta quem jure, a pés juntos, que o candidato do PSD às próximas eleições autárquicas, será o super vereador Mário Magalhães, preparando-se o Presidente em exercício, para outros voos.
•
Por falar em pés juntos, nesta Assembleia, pela voz do senhor Presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho de Recezinhos, ficámos a saber que, em matéria de Revisão do Plano Director Municipal, no período de consulta aos senhores Presidentes de Junta, fizeram-se compromissos. Compromissos que não foram assumidos num qualquer local. Não senhor.
Disse o senhor Presidente da Junta de S. Martinho de Recezinhos.
Na minha freguesia há uma área de terreno que não é de ninguém. Não aparece no PDM e não é do Marco de Canavezes.
Para aquele terreno existem processos de licenciamento na Câmara Municipal de Penafiel.
Levantei este problema e assumiram o compromisso de o resolver.
"Compromisso assumido em cima do joelho do senhor Engenheiro Lameiras”
Na votação, o Senhor Presidente da Junta da Freguesia de S. Martinho votou pela aprovação da proposta do PDM. Antes tinha dito que o seu sentido de voto resultaria das respostas que entretanto lhe fossem dadas àquela questão.
Respondeu-lhe o senhor Presidente da Câmara:
“Nas zonas de fronteira não podíamos verter para o PDM outros limites do concelho que não os oficias”.
Logo a dita zona de ninguém, de ninguém continuará a ser!...
Não foi por isso, a resposta do Senhor Presidente da Câmara que justificou o voto do Senhor Presidente da Junta.
Que outras respostas terão sido dadas ao senhor Presidente da Junta para ele confiar num PDM que deixa como “terra de ninguém”, uma parcela de terreno da sua freguesia?
Acreditará o senhor Presidente da Junta que tendo o compromisso que referiu sido assumido em cima de um joelho, o dono do cujo, o resolverá, para não vir a sofrer uma praga que o encha de artrite?!
•
As incertezas do senhor Presidente da Câmara:
“Há freguesias que não sei se é bom ou mau aumentar a zona de construção. Se é bom ou mau diminuir ou aumentar a REN e a RAN.”
“Não conheço, nem eu, nem ninguém no Vale do Sousa, as afectações financeiras do QREN 2007/2013 para a nossa região”
Ficámos sem saber, em que certezas laborou o senhor Presidente da Câmara para elaborar a proposta de PDM para as freguesias em que ele não sabe o que é melhor, como ficámos sem saber, com critérios elaborou o senhor Presidente o Plano de Financiamento do PDM.
Incertezas também as manifestou o cidadão António Ribeiro que fez uma intervenção no período destinado ao público:
"Senhor Presidente o senhor deve estar muito mal orientado por alguns dos seus colaboradores",referindo-se á situação de um caminho que há onze anos espera por um reclamado alargamento e onde, há pouco tempo, ocorreu um incêndio"
Lamentando a falta de manutenção daquele caminho, desabafou o munícipe:
"Só lá vão limpar o caminho, nas festas de S. Braz."
Mas antes que o municipe desse o credito da obra a S. Braz, apareceu S. Mário Magalhês, a garantir:
"A obra vai ser feita!"
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Apesar das incertezas do Senhor Presidente da Câmara e da certeza do Senhor Deputado Municipal do PSD Eng. Manuel António de que
“No seu geral o PDM satisfaz.
Não vou dizer que seria o PDM que eu gostaria para Penafiel.”
Não deixou este senhor deputado, do alto da sua sapiência, proclamar, à boa maneira do Pacheco de Eça:
“Não posso é concordar com o PS que na reunião de Câmara se absteve por motivos ocos e sem qualquer fundamentação”
“Para o PS devia-se construir a torto e a direito”
Se até ele diz que este “não é o PDM que gostaria para Penafiel”, como não reconhecer ao PS razão para se abster?
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Certezas da maioria quanto ao novo PDM:
As certezas do senhor deputado Manuel António:
“O PDM anterior foi aprovado em 1994. Tinha previsto uma população de 400 mil habitantes, portanto se este é para 500 mil, o aumento não é significativo.”
Saberá o senhor deputado que a população actual de Penafiel é de cerca de 72.000 habitantes?
“O PDM propõe um aumento de 33% da área de construção”– assegurou o Presidente da Câmara, embora tenha confessado não saber, se isso é bom ou mau!
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O poder dos jornalistas
Confissão do senhor Vereador Rodrigo Lopes:
Soube que um senhor jornalista estava a tirar fotografias à escola (EB1 de Penafiel, na sequência da invasão de ratos), da parte da tarde, imediatamente, accionei os serviços para verificar o que se passava.
Força senhores jornalistas, fotografia tirada, é problema acudido.
•
Conselhos do Senhor Presidente da Câmara:
Não se pode dar crédito absoluto ao que os jornais dizem. Se tudo o que os jornais dizem fosse verdade, a bíblia passava a ser o jornal e não é assim.
Pois não senhor Presidente, nem em todos os jornais da nossa região, o acreditar, é uma questão de fé!
•
O que o senhor Presidente da Câmara quer para Penafiel:
“Quero um shopping em Penafiel”
Estão sinalizadas duas intenções de investimento nesta área para Penafiel, uma em Novelas, outra em Guilhufe. Vamos procurar assegurar que esse investimento venha para Penafiel”
E para que a oposição não pensasse muito sobre as intenções do Presidente, ficou o desafio:
“Desafio o PS a tomar uma posição sobre esta matéria”.
Mas não seria útil, juntar àquele desafio, um outro, à Associação representativa dos comerciantes de Penafiel, para também eles, ajudarem a reflectir sobre os prós e os contras desta opção presidencial?
•
Que Penafiel precisa de investimento, ninguém tem dúvidas, apesar das dúvidas do senhor deputado municipal do PS, Sousa Pinto, sobre a viabilidade da construção de dois campos de golfe.
Dúvida, não tem o senhor deputado municipal do PS, André Ferreira de que a “
a Câmara Municipal de Penafiel é o pior pagador do Vale do Sousa”.
Apesar das objecções que o Presidente da Câmara fez ás certezas do senhor deputado municipal André Ferreira, não foi capaz de avançar com uma única razão plausível para que “gente de média capacidade de raciocínio” entenda o porquê dos fornecedores da Câmara, sistematicamente, recorrem ao factoring para receber o que lhe facturam.
Fosse a Câmara Municipal de Penafiel bom pagador e que razões teriam os seus fornecedores, (como ainda recentemente um número significativo deles o fez), para recorrer a factorings, com vencimento a dois anos?
•
Para culminar as intervenções sobre a proposta de revisão do PDM, o senhor Presidente da Câmara fez uma interpretação que quis autêntica, das intervenções dos opositores para, disse, os jornais não interpretarem mal o que ali se tinha dito.
Esperemos, pois, pela publicação dos jornais, para verificarmos se não laborou o Senhor Presidente em erro, sobre as capacidades de entendimento dos senhores jornalistas presentes na reunião…
Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
Para reflectir...
Como estamos a chegar ao fim desta campanha e como ja se esgrimiram muitos argumentos, deixo aqui alguns links com textos e testemunhos.
Carminho e Sandra
Morrer e calar
Quantas mais mortes?
Quatro Histórias parte 1
Quatro Histórias parte 2
Lisete 36 anos
Radar
Testemunho
Porque existe um grave problema social e de saúde que não deve ser ignorado nem resolvido nos tribunais, porque existem mortes por aborto clantestino, porque a mulher deve ser tratada com dignidade e todas as condições de saúde e segurança.
Porque tenho princípios, porque também sei amar e porque me repugna a hipocrisia, eu vou votar SIM! É um voto consciente, responsável, um voto para mudar para melhor e um voto de quem não fica indiferente a estas histórias.
Carminho e Sandra
Morrer e calar
Quantas mais mortes?
Quatro Histórias parte 1
Quatro Histórias parte 2
Lisete 36 anos
Radar
Testemunho
Porque existe um grave problema social e de saúde que não deve ser ignorado nem resolvido nos tribunais, porque existem mortes por aborto clantestino, porque a mulher deve ser tratada com dignidade e todas as condições de saúde e segurança.
Porque tenho princípios, porque também sei amar e porque me repugna a hipocrisia, eu vou votar SIM! É um voto consciente, responsável, um voto para mudar para melhor e um voto de quem não fica indiferente a estas histórias.
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Ricardo Ferreira
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Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
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Domingo, Fevereiro 04, 2007
Não?? Porquê?
Tenho ouvido nos ultimos dias e em diferentes locais, argumentos relativos à campanha para o proximo referendo. Não vou falar de todos os argumentos, mas vou falar daqueles que mais falaciosos e irracionais me pareceram. Curiosamente esses argumentos provêm todos de um campo da campanha; o Não.
Começo por uma suposta solução proposta pelo antigo Ministro das Finanças, Bagão Félix, que defendia a aplicação, não de prisão, mas de penas de trabalhos comunitários às mulheres que sejam condenadas por aborto. Esta proposta constitui uma base de afirmar que esta personalidade, basicamente compara as mulheres a simples criminosos, burlões ou ladrõezecos, revelando uma visão extremamente conservadora, antiquada e atrasada, ao considerar que a mulher é incapaz de tomar as decisões dificeis e que deve ser penalizada quando as toma. Possivelmente este ex-ministro até estará contra a actual lei, considerando que esta é demasiado liberal. Deve considerar este ex-ministro, que uma mulher sendo violada, deve ser obrigada a transportar na sua barriga o fruto desse crime que sofreu e caso interrompa essa gravidez deve ir parar à cadeia.
Outro argumento que ouvi por estes dias, foi pronunciado por um dos pais da questão que vai a referendo: o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. O distinto professor, com todo o seu brilhantismo, veio a publico dizer que esta questão trazia uma liberalização encapotada, e que o Sim queria vender gato por lebre. Felizmente nao vou estar a desmontar este argumento, uma vez que um programa humorístico consegui-o fazer de uma forma com humor, mas também com um fundo bastante sério, como se pode ver aqui.
Mais argumentos falaciosos ouvi e irei partilha-los aqui neste blog. Por enquanto restrinjo-me apenas a estes dois, por considerar que figuras como as que eu referi aqui, não possuem pejo nenhum de afirmar publicamente o que afirmaram, apesar das funções que já ocuparam.
Começo por uma suposta solução proposta pelo antigo Ministro das Finanças, Bagão Félix, que defendia a aplicação, não de prisão, mas de penas de trabalhos comunitários às mulheres que sejam condenadas por aborto. Esta proposta constitui uma base de afirmar que esta personalidade, basicamente compara as mulheres a simples criminosos, burlões ou ladrõezecos, revelando uma visão extremamente conservadora, antiquada e atrasada, ao considerar que a mulher é incapaz de tomar as decisões dificeis e que deve ser penalizada quando as toma. Possivelmente este ex-ministro até estará contra a actual lei, considerando que esta é demasiado liberal. Deve considerar este ex-ministro, que uma mulher sendo violada, deve ser obrigada a transportar na sua barriga o fruto desse crime que sofreu e caso interrompa essa gravidez deve ir parar à cadeia.
Outro argumento que ouvi por estes dias, foi pronunciado por um dos pais da questão que vai a referendo: o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. O distinto professor, com todo o seu brilhantismo, veio a publico dizer que esta questão trazia uma liberalização encapotada, e que o Sim queria vender gato por lebre. Felizmente nao vou estar a desmontar este argumento, uma vez que um programa humorístico consegui-o fazer de uma forma com humor, mas também com um fundo bastante sério, como se pode ver aqui.
Mais argumentos falaciosos ouvi e irei partilha-los aqui neste blog. Por enquanto restrinjo-me apenas a estes dois, por considerar que figuras como as que eu referi aqui, não possuem pejo nenhum de afirmar publicamente o que afirmaram, apesar das funções que já ocuparam.
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