SONDAGEM: PORTUGUESES ELEGEM LOUÇA COMO LIDER DA OPOSIÇÃO.
Grande noia, ó Dr. Marques Mendes!
Pois é, a colagem do Dr. Marques Mendes às diattribes do "Rei das Bananas" é nisto que dá. Por este andar, a alternativa ao PS e ao Eng. Socrates, será mesmo o Bloco, seja lá ele o que for e o Dr. Louça.
Marques Mendes acossado pelo pretendente Filipe Meneses, tem que se encostar a alguém. Percebe-se a necessidade do "pequeno, grande líder". Mas depois de se credibilizar, afastando das listas do PSD às eleições autarquicas pesos pesados do seu partido como eram, ainda serão?!, Valentim Loureiro e Isaltino Morais, vir agora, colocar-se de cócoras perante os "Coroneis da Madeira", como já antes, nada dizer ao ouvir aquele "Chefe dos Montes Hermínios" mandar correr à pedrada os "cobradores de Lisboa", só pode dar nisto: os portugueses insatisfeitos com o Governo, na falta de melhor, viram-se para S. Louçã e esperam dele a redenção que os há-de vingar de todos os Socráticos deste mundo!
Depois, ainda há quem, por ai, ande a dizer que Portugal é, cada vez mais, terra de pensamento único.
Com esta oposição que outro pensamento existe para além do do Governo?!
Quarta-feira, Novembro 29, 2006
GRANDE NOIA
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Nelson Correia
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Quarta-feira, Novembro 29, 2006
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Domingo, Novembro 26, 2006
CONVÍVIO DE NATAL
A Secção do PS/Rio Mau, está a organizar um jantar de Natal para o próximo dia 16 de Dezembro, ás 20:00h e na adega “O Buraco”, em Rio Mau.
Concluído o 1.º ano do mandato autárquico é tempo de fazer o balanço da actividade dos executivos nas freguesias da área de influência desta Secção e preparar o futuro.
Vem participar e traz um amigo
ESTAMOS A CONTAR CONTIGO
Concluído o 1.º ano do mandato autárquico é tempo de fazer o balanço da actividade dos executivos nas freguesias da área de influência desta Secção e preparar o futuro.
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Terça-feira, Novembro 21, 2006
Explicações da Câmara para o fim da travessia fluvial de Rio Mau para Pedorido
REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENAFIEL DE 08 DE NOVEMBRO DE 2006
No dia oito do mês de Novembro do ano dois mil e seis, pelas dezassete horas e trinta minutos, nesta Cidade de Penafiel, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, estando presentes os Excelentíssimos senhores, Dr. Alberto Fernando da Silva Santos, como Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Dr. Jaime Arlindo Teixeira Neto, Dr. Antonino Aurélio Vieira de Sousa, Dr. Mário José Magalhães, Dr. Rodrigo dos Santos Lopes, senhor Adolfo Amílcar, Dr. Nelson da Cunha Correia, Eng.º Nuno Miguel Lopes Teixeira de Sousa Peixoto, Eng.º António Jorge França Teixeira, comigo, Ivone Manuel Gonçalves Freitas de Sá, Chefe de Divisão Administrativa, realizou-se a reunião ordinária da Câmara Municipal de Penafiel.
PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INTERVENÇÃO DO SENHOR VEREADOR DR. NELSON CORREIA:
O senhor Vereador Dr. Nelson Correia referiu o facto de neste momento não existir travessia entre Rio Mau e Pedorido. Sublinhou a importância desta ligação, que disse ser secular, e lembrou o compromisso da Administração Central aquando do encerramento das minas do Pejão, de definir uma zona industrial na margem norte e uma zona turística na margem sul, projecto que nunca foi concretizado através da criação de uma infraestruturas de ligação entre as duas margens.
Perguntou o que iria suceder no que concerne aquela travessia, terminado este período em que as duas autarquias, Penafiel e Castelo de Paiva, tendo consciência do seu interesse público fizeram o esforço de manter essa ligação, pese embora os privados não a considerassem rentável.INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL:
O senhor Presidente da Câmara Municipal referiu a importância da travessia e o facto do Governo se ter demitido de tomar medidas no sentido de manter a ligação.
Disse que neste momento está a ser feito um estudo, através da Profidélis, no sentido de saber quanto custa ao utente fazer a travessia para se apurar se é possível fazer aquele trajecto sem prejudicar o erário público.
INTERVENÇÃO DO SENHOR VEREADOR DR. MÁRIO MAGALHÃES:
O senhor Vereador Dr. Mário Magalhães transmitiu que um privado que tem colaborado com o Município de Penafiel e o Município de Castelo de Paiva na execução desta travessia, apresentou uma proposta de 90 mil euros por ano, como garantia mínima, para fazer a ligação entre Rio Mau e Pedorido. Disse que, atendendo a que o lucro da venda de bilhetes ascende entre 12 a 15 mil euros, o conteúdo da referida proposta significa que a empresa não está minimamente interessada em fazer a travessia.
Segunda-feira, Novembro 20, 2006
PDM... algumas reflexões...
Os PDM (Planos Directores Municipais), são ferramentas introduzidas pela União Europeia, com o intuíto de ordenar o território, e planear a ocupação do solo tendo em conta factores ambientais, urbanísticos e culturais. Tem também a utilidade de ser uma base para o licenciamento de construção por parte das autarquias. Fisicamente os PDM são mapas dos respectivos concelhos, pintados com diversas cores e texturas, que indicam o uso do respectivo terreno pintado no mapa. Ora é local de construção já existente, com a respectiva densidade, ou altura dos edificios, ou áreas de equipamentos, parques industriais, área florestal, reserva agricula, reserva ecológica, zona de expansão do urbanismo e até campos de golf.
Acontece que em conjunto com os PDM, chegaram também outros instrumentos de planeamento e ordenamento do território, e claro está estava-se a prever várias sobreposições entre diferentes planos. Esta situação exigia uma coordenação e troca de informação entre as equipas que elaboravam os diferentes planos de ordenamento. Para enquadrar tal, dou-vos o seguinte exemplo.... Existem zonas em Portugal que estão contempladas em 5 planos de ordenamento sobrepostos. Como por exemplo, o plano nacional de ordenamento e planeamento do território, o plano regional de ordenamento e planeamento do território, o PDM, o plano de ordenamento da orla costeira se for caso disso, ou plano de ordenamento de albufeira, plano de bacia hidrográfica, plano de ordenamento de área protegida, e ainda plano de promenor. Com esta panóplia de planos, é extremamente imperioso uma coordenação entre as diferentes equipas como já referi. No entanto a coordenação falada é algo que não tem acontecido nestes últimos anos, e existem casos em que planos de ordenamento de bacia hidrográfica nao têm em conta a zona de desaguamento do rio principal no oceano, e de planos de ordenamento da orla costeira que ignoram os efeitos da complexa interacção rio-oceano.
Situações semelhantes acontecem com os PDM de concelhos vizinhos, sobretudo no que diz respeito à Reserva Ecológica Nacional. A Reserva Ecológica Nacional visa classificar terrenos considerados ecologicamente importantes, tais como áreas sensíveis, linhas de águas e zonas adjacentes, zonas de infiltração máxima para ocorrer o recarregamento dos aquíferos, zonas inclinadas e outras. Como a classificação destas zonas é da responsabilidade das autarquias, os primeiros PDM, eram elaborados tendo em conta um certo "agradar" a alguns empreiteiros, sendo que a parte ambiental ficava em segundo plano. Vista então a nível nacional, a Reserva Ecológica Nacional era como que uma manta de retalhos com pouca coerência entre os diferentes retalhos. Felizmente, a segunda geração de PDM chegou com uma tendência para acabar com este facto, no entanto prefiro aguardar para posteriormente verificar.
Infelizmente, mesmo se o paradigma dos PDM´s tivesse sido aplicado na sua plenitude, grande parte das asneiras a nivel de ordenamento e palneamento do território já estavam feitas e concluídas e isso nota-se em bastantes cidades. Não só a nível de urbanismo residencial, como a nível industrial, em que surgiam com frequência indústrias nos centros das cidades ou em zonas residenciais. Estas indústrias, para além dos efeitos negativos sobre as populações, provocaram outro efeito negativo a nível de tratamento de águas residuais. As ETAR´s estão equipadas com mecanismos e processos para tratar águas residuais domésticas, sendo que estas indústrias situando-se nas zonas residencias debitam as suas águas residuais nos colectores urbanos, encaminhando os seus efluentes para as ETAR´s urbanas, sendo que estes efluentes são posteriormente rejeitados nas linhas de águas indevidamente tratados, ou entao estes efluentes ao passarem pelo circuito de tratamento da ETAR poderão muitas vezes exercer efeitos negativos sobre os processos de tratamento presentes na ETAR, uma vez que a mesma nao se encontra equipada para tratar cargas poluentes industriais.
Acontece que em conjunto com os PDM, chegaram também outros instrumentos de planeamento e ordenamento do território, e claro está estava-se a prever várias sobreposições entre diferentes planos. Esta situação exigia uma coordenação e troca de informação entre as equipas que elaboravam os diferentes planos de ordenamento. Para enquadrar tal, dou-vos o seguinte exemplo.... Existem zonas em Portugal que estão contempladas em 5 planos de ordenamento sobrepostos. Como por exemplo, o plano nacional de ordenamento e planeamento do território, o plano regional de ordenamento e planeamento do território, o PDM, o plano de ordenamento da orla costeira se for caso disso, ou plano de ordenamento de albufeira, plano de bacia hidrográfica, plano de ordenamento de área protegida, e ainda plano de promenor. Com esta panóplia de planos, é extremamente imperioso uma coordenação entre as diferentes equipas como já referi. No entanto a coordenação falada é algo que não tem acontecido nestes últimos anos, e existem casos em que planos de ordenamento de bacia hidrográfica nao têm em conta a zona de desaguamento do rio principal no oceano, e de planos de ordenamento da orla costeira que ignoram os efeitos da complexa interacção rio-oceano.
Situações semelhantes acontecem com os PDM de concelhos vizinhos, sobretudo no que diz respeito à Reserva Ecológica Nacional. A Reserva Ecológica Nacional visa classificar terrenos considerados ecologicamente importantes, tais como áreas sensíveis, linhas de águas e zonas adjacentes, zonas de infiltração máxima para ocorrer o recarregamento dos aquíferos, zonas inclinadas e outras. Como a classificação destas zonas é da responsabilidade das autarquias, os primeiros PDM, eram elaborados tendo em conta um certo "agradar" a alguns empreiteiros, sendo que a parte ambiental ficava em segundo plano. Vista então a nível nacional, a Reserva Ecológica Nacional era como que uma manta de retalhos com pouca coerência entre os diferentes retalhos. Felizmente, a segunda geração de PDM chegou com uma tendência para acabar com este facto, no entanto prefiro aguardar para posteriormente verificar.
Infelizmente, mesmo se o paradigma dos PDM´s tivesse sido aplicado na sua plenitude, grande parte das asneiras a nivel de ordenamento e palneamento do território já estavam feitas e concluídas e isso nota-se em bastantes cidades. Não só a nível de urbanismo residencial, como a nível industrial, em que surgiam com frequência indústrias nos centros das cidades ou em zonas residenciais. Estas indústrias, para além dos efeitos negativos sobre as populações, provocaram outro efeito negativo a nível de tratamento de águas residuais. As ETAR´s estão equipadas com mecanismos e processos para tratar águas residuais domésticas, sendo que estas indústrias situando-se nas zonas residencias debitam as suas águas residuais nos colectores urbanos, encaminhando os seus efluentes para as ETAR´s urbanas, sendo que estes efluentes são posteriormente rejeitados nas linhas de águas indevidamente tratados, ou entao estes efluentes ao passarem pelo circuito de tratamento da ETAR poderão muitas vezes exercer efeitos negativos sobre os processos de tratamento presentes na ETAR, uma vez que a mesma nao se encontra equipada para tratar cargas poluentes industriais.
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Ricardo Ferreira
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Segunda-feira, Novembro 20, 2006
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Sábado, Novembro 18, 2006
Compostagem e afins...
A notícia publicada num órgão de informação local há umas semanas atrás acerca de que a central de compostagem, situada na zona industrial número 2 do concelho de Penafiel, estaria com funções, não de compostagem mas sim de simples depósito de resíduos verdes, veio relembrar-me a actuação desta Autarquia governada pela maioria de direita, em assuntos relacionados com o ambiente.
Começando pela compostagem, o facto atrás descrito descrito trata-se de uma total e completa falta de visão sobre as vantagens da compostagem. Este processo, se for aplicado a todos os resíduos orgânicos, que são aqueles susceptíveis de degradação biológica (compostagem), permitirá náo só a produção de quantidades razoáveis de composto que poderá ser utilizado como corrector de solos, como também diminuirá a quantidade em grande escala do volume de resíduos depositados em aterro, aumentando assim o tempo de vida útil destes. Parece no entanto, que devido a um problema de fácil resolução, preferiu-se deixar de contribuir para as boas práticas ambientais a nível municipal, notando-se a tal falta de visão.
Analisando, agora, a problemática do Aterro Intermunicipal, situado nas freguesias de Rio Mau e Sebolido, esta autarquia, demonstrou em toda a sua grandeza, a tal política das apalpadelas até encontrar o caminho certo, a tal falta de visão. Notando que o aterro estava a aproximar-se perigosamente da sua capacidade, que iria esgotar antes do tempo previsto, tratou-se de encontrar uma solução. No entanto, assistiu-se ao lançamento de duas possiveis soluções, o aumento da área e capacidade do aterro, ou a construção de um novo aterro noutro concelho do Vale do Sousa. E durante algum tempo assistiu-se a sucessivas tomadas de posição entre uma e outra solução pelos responsáveis governativos da autarquia, enquanto se realizava um estudo na FEUP, encomendado pela Associação de Municípios do Vale do Sousa, sobre a localização de um novo aterro. Aqui nota-se completamente a tal falta de visão em duas vertentes. A primeira, que lançam-se duas soluções e anda-se a testar o terreno de cada uma. A segunda vertente, e já relacionada com o primeiro assunto por mim escrito neste post, a falta de mecanismos de diminuir a quantidade de resíduos a depositar em aterro. Esta autarquia, em conjunto com as autarquias vizinhas e com a Ambisousa, necessita urgentemente de fortalecer a recolha selectiva de resíduos, a triagem dos resíduos urbanos recolhidos nos contentores normais, porque aí irão separar-se embalagens não separadas anteriormente, mas também será possivel existir separação da fracção orgânica e esta poderá ser encaminhada para processos de valorização orgânica. Estes processos poderão ser a compostagem e a decomposição anaeróbia, ou uma combinação dos dois, o que permitirá não só a produção de corrector de solos, como também a produção de biogás. Estando estas medidas implementadas, o tempo de vida útil dos aterros será mais longo, provocando assim menor necessidade de construção de novos aterros.
Relativamente à temática das águas e saneamento, já muita coisa foi dita e a mesma poderá ser consultada ou revista no blogues de politica local. No entanto, sobre este assunto direi apenas que, existe agora a oportunidade de uma vez por todas, colocar este concelho, entre os concelhos cuja rede de saneamento apresente uma cobertura quase de 100%, e que todos os esgostos sejam encaminhados e devidamente tratados nas respectivas ETAR`s.
Quinta-feira, Novembro 16, 2006
A OPORTUNIDADE É AGORA!
“Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”.
Num futuro bastante próximo, o povo português vai ser mais uma vez confrontado com esta questão. Esquecendo os resultados de outros tempos, está na altura de todos nós, eleitores portugueses, nos consciencializarmos devidamente sobre as implicações do nosso voto.
Votar SIM e despenalizar e legalizar a interrupção voluntária da gravidez não é liberalizar o aborto, não é desresponsabilizar cada um pelos seus actos, nem apelar à morte de um feto e de uma vida.
Votar SIM é preservar a integridade moral, a dignidade social e a maternidade consciente.
O que está aqui em causa não é alterar o código moral de cada um, porque esse não se submete a maiorias absolutas nem a discursos maravilhosamente convincentes. Legalizar o aborto, nas devidas condições e fomentado numa forte rede de apoio social e psicológico, é deixar de incriminar a mulher portuguesa. É reduzir o número de abortos clandestinos e evitar mortes desnecessárias. É garantir condições de saúde e dignidade para as mulheres.
Não vamos permitir que o drama pessoal e moral do aborto continue a assombrar a vida de cidadãos como nós, porque na verdade, a lei actual quase não é cumprida; o aborto está liberalizado da pior maneira, sem prazos, sem regras, sem segurança e numa rede clandestina.
Até quando vamos continuar a assistir a uma desumanização dos cuidados de saúde? Até quando vamos permitir que mulheres livres de fazer as suas escolhas sejam julgadas por escolherem o que é melhor para si e até para a vida que começava a crescer dentro delas. Até quando vamos permitir que estas mulheres sofram sem as mínimas condições, escondidas de tudo e de todos, envergonhadas, sós, sabendo que estão a cometer um crime? Quantas mais mulheres terão de morrer para que os portugueses percebam que é crime matar, mas também é crime deixar morrer ou fazer sofrer um ser humano com nós?
Mudar está nas tuas mãos.
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Tiago Teixeira
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Quinta-feira, Novembro 16, 2006
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O LIXO DÁ MUITO DINHEIRO!
Na prossecução desse objectivo não se importam de abrir os cordões á bolsa e pagar ordenados superiores aos deles e para a coisa ficar ainda mais atractiva, superiores aos do 1.º Ministro!
Um bom ordenado sem dúvida!
Boas regalias, concerteza!
E qual o regime em que o feliz contemplado exerce as suas funções? Em exclusividade? Acumulando com outras funções?
Interessante e merecedora de reflexão é a justificação dada pelo Presidente da Comunidade Urbana do Vale do Sousa para justificar tal ordenado. Haverá livro do ponto, para ver as vezes que o dito singular especialista passa nos dois aterros sanitários?
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Nelson Correia
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Quinta-feira, Novembro 16, 2006
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Terça-feira, Novembro 14, 2006
ONDAS DE CHOQUE, VINDAS DE SANTARÉM, ATINGEM O PORTO!
"PUBLÍCO – 2006.11.14
NACIONAL
Sócrates telefona a Assis e tenta travar mal-estar no PS-Porto
Margarida Gomes
href="http://jn.sapo.pt/2006/11/13/primeiro_plano/
ps_abre_guerra_a_norte_e_narciso.html">
Lista da comissão nacional despromove autarcas do distrito e deixa de fora Narciso Miranda.
O líder do PS, José Sócrates, telefonou ontem a Francisco Assis para lhe manifestar o seu desagrado pelo lugar que foi reservado ao eurodeputado e primeiro vereador socialista na Câmara do Porto na lista da comissão nacional do partido, eleita no congresso deste fim-de-semana.
NACIONAL
Sócrates telefona a Assis e tenta travar mal-estar no PS-Porto
Margarida Gomes
href="http://jn.sapo.pt/2006/11/13/primeiro_plano/
ps_abre_guerra_a_norte_e_narciso.html">
Lista da comissão nacional despromove autarcas do distrito e deixa de fora Narciso Miranda.
O líder do PS, José Sócrates, telefonou ontem a Francisco Assis para lhe manifestar o seu desagrado pelo lugar que foi reservado ao eurodeputado e primeiro vereador socialista na Câmara do Porto na lista da comissão nacional do partido, eleita no congresso deste fim-de-semana.
Francisco Assis, que, no último congresso, ocupou um dos dez primeiros lugares naquele órgão, aparece agora na 64.ª posição, atrás de nomes como Orlando Gaspar, ex-líder da concelhia portuense (20.º), das deputadas Maria de Lurdes Ruivo (33.º) e Joana Lima (51.º) e do deputado Fernando Jesus (61.º). "Eu não hipervalorizo as coisas, mas isto são sinais em relação aos quais não posso deixar de estar atento", declarou ao PÚBLICO Francisco Assis, que confirmou o contacto efectuado pelo secretário-geral, no qual Sócrates lhe terá confessado que ele próprio ficou surpreendido. "A partir do momento em que o secretário-geral me telefonou, dou o assunto como encerrado", disse, discordando, no entanto, da metodologia que foi seguida para a elaboração das listas.Para além do caso de Assis, a arrumação de alguns nomes - entre os quais autarcas, deputados e dirigentes do partido - está a gerar um profundo mal-estar no PS-Porto.
Narciso Miranda foi varrido da lista, enquanto Manuel Seabra, actual presidente da concelhia e ex-número dois de Narciso, ascendeu à comissão nacional (47.º) e com ele um dos seus apoiantes, António Parada (89.º), cinco lugares à frente do actual ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva.>"Tenho a consciência de que a lista não é um ranking de personalidades, mas tem de haver alguma lógica na hierarquização de algumas figuras do partido", considerou Francisco Assis, insurgindo-se contra o facto de o presidente da Câmara de Vila do Conde, Mário Almeida, ter sido atirado para o 117.º lugar da lista, muito atrás da anterior posição que ocupava (44.ª).
O eurodeputado frisou ainda que Mário Almeida tem um peso histórico no partido, que deve ser respeitado, e lembrou também que este é o actual presidente da mesa do congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses.A distribuição dos autarcas do distrito do Porto na lista é, aliás, um dos motivos que mais críticas estão a levantar. O primeiro presidente de câmara do distrito, Castro Fernandes, que lidera o município de Santo Tirso, aparece em 65.º lugar. Trinta e seis lugares abaixo surge o segundo presidente de câmara, José Luís Carneiro (Baião), seguido do presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, que ocupa a 112.ª posição.
Só depois entrou Mário Almeida. "Os lugares não são importantes. De qualquer forma, há uma palavra que, em política, não pode ser esquecida e que é o respeito por quem tem passado no PS. O engenheiro Mário Almeida merece esse respeito", declarou Abel Maia, ex-vice-presidente da Câmara de Vila do Conde, avisando que "não é desta forma que se vai unir o partido". "A federação do Porto não tem projecto nenhum, assiste-se a uma falta de liderança que contrasta com a que foi protagonizada por Francisco Assis e Narciso Miranda", denunciou ainda, lamentando que o líder da distrital do Porto não tenha seguido o exemplo do secretário-geral, que convidou Manuel Alegre para integrar a comissão nacional, e tenha optado por afastar Narciso Miranda.Desvalorizando as críticas, Renato Sampaio, que preside à federação distrital portuense, prefere realçar o facto de o distrito ter saído reforçado na sua representação nos órgãos nacionais do partido. "Pela primeira vez, o Porto conseguiu eleger 45 pessoas. O importante é garantir que um conjunto de pessoas tenha assento nos órgãos nacionais. Esta é a lista que tem melhores quadros do partido e que garante maior representatividade do distrito", assegura"
O Secretario Geral do Partido Socialista, em coerência e porque todos os militantes lhe devem merecer o respeito devido pelos serviços prestados ao partido, vai passar os próximos dias a fazer telefonemas e a pedir desculpas.
A lista da Comissão Nacional, no que ao distrito do Porto diz respeito, é um caso que deve merecer o estudo daqueles que se preocupam pela psicologia politica. È que ninguém percebe os critérios que presidiram à elaboração da lista e ao posicionamento relativo dos seus membros.
Por exemplo, o Presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos, tem uma posição relativa na lista superior a do Presidente da Câmara de Matosinhos!
Fernando Gomes aparece atrás de militantes que ninguém conhece!
Manuel dos Santos, vale, na lista, claro, menos que o Presidente da Junta de Freguesia de Custoias!
E podia continuar a dar exemplos, como os que atrás referi e os outros que vem identificados na notícia supra. Para os interessados, o melhor é mesmo ler a lista da Comissão Nacional...
Porém, o que mais choca nesta lista é o afastamento de Narciso Miranda.
Porque razão isso acontece?
Porque é que o Secretario Geral não se preocupa com este saneamento politico? Sim! É de um saneamento politico que se trata! A única explicação que me ocorre é o facto de Narciso ter ponderado ou de, pelo menos, lhe ter sido imputada a vontade, de se candidatar à Presidência da Federação nas ultimas eleições em concorrência com o actual Presidente!...
Qual a coerência do Partido Socialista que na sequência do chamado processo da lota, inibiu militantes de se candidatarem a cargos autarquicos e que agora deixa que militantes declarados culpados no mesmo processo integrem os seus próprios órgãos?!
Pelo telefonema de Socrates a Assis parece que o Secretario Geral foi apanhado de surpresa pela falta do mais elementar bom senso de quem indicou e ordenou os nomes que integram a lista da Comissão Nacional, em representação do Distrito do Porto.
Signfica isto que o Secretario Geral confiou na Federação Distrital do Porto.
Sirva este triste e lamentável incidente para abrir os olhos ao Secretário Geral e para que este, de futuro, tome mais atenção ao que se passa no Porto.
As amizades por vezes não ajudam nada e em politica é preciso muito mais que a simples amizade...
De resto, os verdadeiros amigos, não causam problemas desnecessários a quem neles confia. E as declarações do Presidente da Federação a propósito deste caso, não o podem deixar descansado!...Ele parece que ainda não deu conta do rídiculo em que meteu o Partido...e quanto mais fala...
Mas, afinal, não somos nós militantes do PS do distrito do Porto os verdadeiros e únicos culpados pelo que se está a passar?
Não era tudo isto mais que previsivel na altura das eleições para a Federação?
Não fomos nós que pela desistência, permitimos este estado de coisas?
Por isso, é hora de exercermos os nossos deveres de militantes e começarmos a pensar e a trabalhar, numa alternativa que reconduza o PS/Porto ao lugar e crédito a que tem direito.
Domingo, Novembro 12, 2006
DELEGAÇÃO DE RIO MAU AO CONGRESSO
Depois de mais um congresso, em que não se resumiu apenas à confirmação da reeleição do camarada Eng.º José Sócrates e quando muitos esperavam um debate amorfo e ausente de criticas construtivas à governação, enganou-se, o “debate” existiu.
No entanto o que me leva a escrever enquanto Coordenador da Secção de Rio Mau do PS, é a estranheza com que verifiquei que a miopia é uma doença contagiosa, nomeadamente uma das estripes, a miopia politica. Pois foi com alguma consternação que assisti à putativa indicação de dois camaradas de Penafiel para integrarem a lista à Comissão Nacional sem que tenha havido previamente uma reunião de delegados ao congresso eleitos pelo concelho juntamente com os camaradas que integravam a CPN no último mandato, tal como os camaradas Dr. Nelson Correia, D.ª Ana Maria Feijó e Antónia Alves, sim uma reunião, afinal a secção de Rio Mau também tinha 3 delegados eleitos afectos à moção em que o primeiro subscritor era o camarada José Sócrates.
Mas a consternação foi momentânea, e de repente tudo começou a fazer sentido, pensava eu que o PS Penafiel circulava (ou será vagueava) por ai sem rumo e sem timoneiro à altura do desafio, confirmando um total incapacidade para fazer frente à actual coligação, com propostas concretas, mas não, as virtudes passam por uma tentativa clara de “exterminar” camaradas que já deram muito ao partido e ainda tem muito para dar, senão for mais, algumas lições de liderança, de organização, de lealdade, de camaradagem e fundamentalmente de solidariedade.
Ou será que estarei enganado, e que afinal existe uma estratégia e esta passará por perder mais duas Juntas de Freguesia, uma vez que este será o mal menor e o resultado que pensam obter é acabar com os “gajos de lá de baixo”?
E por falar em resultados, onde está a secção de Lagares, acham normal terem deixado extinguir esta secção fundamental na descentralização e num pressuposto de que deveríamos estar a somar e não a subtrair, ou será que estamos a voltar aos tempos antigos, se assim for os de Paço de Sousa que se cuidem pois devem ser os próximos a sofrerem uma investida dos senhores todos poderosos.
Onde estão as tentativas de mobilizar, de unificar e pacificar o Partido?
No entanto o que me leva a escrever enquanto Coordenador da Secção de Rio Mau do PS, é a estranheza com que verifiquei que a miopia é uma doença contagiosa, nomeadamente uma das estripes, a miopia politica. Pois foi com alguma consternação que assisti à putativa indicação de dois camaradas de Penafiel para integrarem a lista à Comissão Nacional sem que tenha havido previamente uma reunião de delegados ao congresso eleitos pelo concelho juntamente com os camaradas que integravam a CPN no último mandato, tal como os camaradas Dr. Nelson Correia, D.ª Ana Maria Feijó e Antónia Alves, sim uma reunião, afinal a secção de Rio Mau também tinha 3 delegados eleitos afectos à moção em que o primeiro subscritor era o camarada José Sócrates.
Mas a consternação foi momentânea, e de repente tudo começou a fazer sentido, pensava eu que o PS Penafiel circulava (ou será vagueava) por ai sem rumo e sem timoneiro à altura do desafio, confirmando um total incapacidade para fazer frente à actual coligação, com propostas concretas, mas não, as virtudes passam por uma tentativa clara de “exterminar” camaradas que já deram muito ao partido e ainda tem muito para dar, senão for mais, algumas lições de liderança, de organização, de lealdade, de camaradagem e fundamentalmente de solidariedade.
Ou será que estarei enganado, e que afinal existe uma estratégia e esta passará por perder mais duas Juntas de Freguesia, uma vez que este será o mal menor e o resultado que pensam obter é acabar com os “gajos de lá de baixo”?
E por falar em resultados, onde está a secção de Lagares, acham normal terem deixado extinguir esta secção fundamental na descentralização e num pressuposto de que deveríamos estar a somar e não a subtrair, ou será que estamos a voltar aos tempos antigos, se assim for os de Paço de Sousa que se cuidem pois devem ser os próximos a sofrerem uma investida dos senhores todos poderosos.
Onde estão as tentativas de mobilizar, de unificar e pacificar o Partido?
DO CONGRESSO DO PS, á única novidade é o triunfo da lota!
Estava eu, ontem, dia 11 de Novembro, na Madeira, em trabalho que a vida não está para férias, quando cerca das 22,30 horas recebi uma mensagem de voz, do meu camarada e Presidente da Comissão Política do PS/Penafiel, Micael Cardoso.
Comunicava-me ele que, com não sei mais quem do Porto, tinham decidido que eu não voltaria a integrar a lista de candidatos a membros da Comissão Nacional que, dizia, estava a “negociar” com o Presidente da Federação.
Sinceramente, fiquei sensibilizado com a consideração do Presidente da Comissão Politica do PS/Penafiel! Ele até se deu ao incomódo de me enviar uma mensagem a comunicar-me que tinha decidido dar-me guia de marcha da Comissão Nacional…
Só não compreendi o porquê da necessidade de me dizer que “tinha decidido que eu não voltaria a integrar a lista de candidatos à Comissão Nacional”.
Não compreendi, porque não manifestei, a ele ou a qualquer outro dirigente do novo PS/Penafiel , qualquer vontade de continuar a integrar a dita Comissão e para mim era óbvio, tendo em conta a forma com Micael Cardoso tem dirigido o Partido que eu não estaria nos seus planos para representar o PS/Penafiel na Comissão Nacional.
De resto, mais do que uma vez lhe deixei claro que, para além do relacionamento institucional, com o novo PS/Penafiel, não tenho a mínima disponibilidade para outro envolvimento que não o inerente ás minhas funções de vereador.
A decisão de Micael Cardoso é, assim, uma não decisão e, para mim, um acto de cortesia...
Também se diga que Micael Cardoso tinha motivos mais que suficientes para "decidir" que eu não “voltaria a integrar a Comissão Nacional”.
Afinal, raras foram as vezes que eu, no mandato pretérito, lá pus os pés!...
Por isso, fez bem Micael Cardoso em indicar outro militante, com mais cabedal ou disponibilidade, para as ditas reuniões.
Eu fico-lhe agradecido com a gentileza de me "retirar o cargo". Libertou-me de uma obrigação e por outro lado, dispensou-me de lhe dizer que há indicações que pela qualidade das pessoas que as fazem, é melhor não as ter...
Agora, o que eu não percebi, é o porquê das pessoas indicadas pelo Presidente da Comissão Politica, em vez de ocuparem os lugares antes atribuídos a Penafiel, terem sido relegadas para um mais que modesto e insignificante 40.º lugar dos suplentes e o outro, nem sequer aparecer na lista…
Esta insustentável leveza do PS/Penafiel, diz-nos que afinal há certos curricula que não servem para nada! E que há pessoas que para além de seguranças, nenhum outro mérito lhes é reconhecido, apesar dos cargos que desempenham e já desempenharam. Neste caso ser ex, não lhes adianta de nada, só estorva…
•
Do congresso do PS, é caso para dizer: “Em Abrantes, tudo como dantes! Ou em versão actualizada, "de Santarém, novidade não vem!!
Espremidinho, deste congresso não se tira nada, nadinha de novo!
Nenhum Seneca (ou Carilho) apareceu a cortar os pulsos por causa das politicas do Governo.
Nenhum professor, funcionário público ou banqueiro (neste último caso entende-se, já nos outros!...), deve ter sido eleito delegado, tal foi a unanimidade das ossanas ao governo!
Aquilo não passou da missa esperada, até a oração da Roseta, foi mais rosas que espinhos!...
A grande novidade, mais uma vez, veio do Porto!
Sim do Porto! Mais concretamente de Matosinhos.
Deste congresso resultou a vingança da lota!
As listas aos órgãos do Partido aprovadas neste Congresso, representam o triunfo da lota.
Afinal, os meus camaradas relatores do chamado processo da lota de Matosinhos erraram…
O verdadeiro e único culpado dos trágicos acontecimentos da lota, foi Narciso Miranda. (Dizem-me que a partir de amanha os Tribunais vão decidr sobre matéria conexa com esta! Aceitam-se apostas, 10 por um, em como o PS anda de candeias às avessas com a Justiça!...)
Só assim se compreende que do lote dos arguidos naquele processo, ele e só ele, não tenha sido eleito para os novos orgãos dirigentes do PS.È caso para dizer: O PS cada vez está mais parecido com Frei Tomás; “olhai para o que ele diz, mas esquecei o que ele faz!
”E, óh Narciso, aqui por estas bandas, é costume dizer-se: “quanto mais te abaixas mais se te vê o cu!...
Em Lisboa, e aqui, no Porto, pela Rua de Santa Isabel, o dito é bem conhecido!
Por isso, de que estás à espera?…
Sexta-feira, Novembro 03, 2006
A ARTE DO ENGANO
Na política a arte do engano faz toda a diferença.
Os vencedores são, por norma, aqueles que melhor conseguem iludir os eleitores, seus consumidores.
O que importa é criar expectativas, convencer os incautos que se tem as soluções para os seus problemas.
O que é preciso é ganhar-lhes a confiança.
Arrancar-lhes o voto.
Depois logo se verá…
Quem não se lembra das posições do Vereador do Ambiente na Câmara Municipal de Penafiel, a reclamar mais investimento na área por si agora tutelada?
A denunciar a incúria na fiscalização das lixeiras.
A fustigar o poder local pela falta de capacidade de inovar, de se colocar na linha da frente, a integrar o lote de Concelhos amigos do ambiente.
Na oposição, os actuais detentores do poder em Penafiel, tinham as soluções para fazer de Penafiel um concelho verde.
De verde, apenas criaram mais uma empresa municipal…
Agora, como se poder ler aqui, nem o que de bom herdaram, conseguem manter.
Já não só, não conseguem impedir que as lixeiras clandestinas proliferem, como eles próprios, dentro de portas, criam lixeira, (em sentido literal, lixo causado pela incúria de quem administra Penafiel).
A arte do engano está ainda bem patente nas estruturas dos futuros pavilhões municipais, parecem já relíquias do passado, há tanto tempo que não conhecem evolução.
Desde o dia 7 de Outubro de 2005 que o executivo “permanente” da Câmara Municipal, deixou de se preocupar com o andamento das obras. Essa preocupação durou, enquanto houve campanha eleitoral e esfumou-se com as eleições.
Mas o Governo da Republica também nos dá, a nós, aqui do Vale do Sousa, algumas razões para nos sentirmos vitimas dessa arte do engano.
Na altura da tragédia de Entre-os-Rios, o Estado descobriu o abandono a que tinha votado esta região.
Para aqui foram canalizados muitos investimentos e muitos outros prometidos.
Entre estes o IC 35, via rápida, a ligar Castelo de Paiva a Penafiel, era apresentado como prioritário e estruturante para o desenvolvimento da região.
Pois bem, volvidos 5 anos, o IC 35 vai de mal a pior!
A fazer fé nas notícias que nos chegam das previsões de investimento para os próximos anos, contempladas no Orçamento de Estado para 2007, vamos marcar passo.
Com o investimento orçamentado, o IC 35, continuará exactamente igual, não avançará um centímetro.
Para compensar, (aqui no sentido de pílula para a azia), o governo avança com a ideia de introduzir portagens na SCUT do Vale do Sousa.
Talvez, os índices de desenvolvimento do Vale do Sousa tenham conhecido uma melhoria tal que justifiquem estas opções!...
O problema é que os que aqui vivem, não deram conta disso!
Os vencedores são, por norma, aqueles que melhor conseguem iludir os eleitores, seus consumidores.
O que importa é criar expectativas, convencer os incautos que se tem as soluções para os seus problemas.
O que é preciso é ganhar-lhes a confiança.
Arrancar-lhes o voto.
Depois logo se verá…
Quem não se lembra das posições do Vereador do Ambiente na Câmara Municipal de Penafiel, a reclamar mais investimento na área por si agora tutelada?
A denunciar a incúria na fiscalização das lixeiras.
A fustigar o poder local pela falta de capacidade de inovar, de se colocar na linha da frente, a integrar o lote de Concelhos amigos do ambiente.
Na oposição, os actuais detentores do poder em Penafiel, tinham as soluções para fazer de Penafiel um concelho verde.
De verde, apenas criaram mais uma empresa municipal…
Agora, como se poder ler aqui, nem o que de bom herdaram, conseguem manter.
Já não só, não conseguem impedir que as lixeiras clandestinas proliferem, como eles próprios, dentro de portas, criam lixeira, (em sentido literal, lixo causado pela incúria de quem administra Penafiel).
A arte do engano está ainda bem patente nas estruturas dos futuros pavilhões municipais, parecem já relíquias do passado, há tanto tempo que não conhecem evolução.
Desde o dia 7 de Outubro de 2005 que o executivo “permanente” da Câmara Municipal, deixou de se preocupar com o andamento das obras. Essa preocupação durou, enquanto houve campanha eleitoral e esfumou-se com as eleições.
Mas o Governo da Republica também nos dá, a nós, aqui do Vale do Sousa, algumas razões para nos sentirmos vitimas dessa arte do engano.
Na altura da tragédia de Entre-os-Rios, o Estado descobriu o abandono a que tinha votado esta região.
Para aqui foram canalizados muitos investimentos e muitos outros prometidos.
Entre estes o IC 35, via rápida, a ligar Castelo de Paiva a Penafiel, era apresentado como prioritário e estruturante para o desenvolvimento da região.
Pois bem, volvidos 5 anos, o IC 35 vai de mal a pior!
A fazer fé nas notícias que nos chegam das previsões de investimento para os próximos anos, contempladas no Orçamento de Estado para 2007, vamos marcar passo.
Com o investimento orçamentado, o IC 35, continuará exactamente igual, não avançará um centímetro.
Para compensar, (aqui no sentido de pílula para a azia), o governo avança com a ideia de introduzir portagens na SCUT do Vale do Sousa.
Talvez, os índices de desenvolvimento do Vale do Sousa tenham conhecido uma melhoria tal que justifiquem estas opções!...
O problema é que os que aqui vivem, não deram conta disso!
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