Quinta-feira, Setembro 28, 2006

NOITE DE TEMPESTADE?TALVEZ NÃO! É O DOURO!

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Domingo, Setembro 24, 2006

Os amigos não se esquecem.

Sempre que o PS o chamou Narciso Miranda disse presente.
Nas últimas eleições autarquicas em Penafiel, tivemos o prazer da sua presença.
Como nós, muitos outros candidatos do PS, tiveram o conforto, a presença e a palavra amiga de Narciso Miranda.
È assim N.M., um homem do PS. Posted by Picasa

EM NOME DA MEMÓRIA







Há horas em que a memória nos chama para afirmarmos as lealdades, com os outros, mas essencialmente connosco.
O que está a acontecer no PS/Porto com umas das suas referências não me pode deixar indiferente e muito menos silencioso.
Este não é o PS a que aderi.
Nestes comportamentos não reconheço os valores do PS em que sempre acreditei e a razão porque nele me filiei.

O jogo dos sinais


O PS/Porto continua refém de Matosinhos.
É com o epicentro em Matosinhos que os êxitos ou fracassos do PS se começam a desenhar tendo em conta as próximas eleições autárquicas.
Diz o Presidente da Federação Distrital do PS/Porto que em Matosinhos não há nenhum problema, que a estrutura concelhia daquele reduto socialista é um exemplo de coesão interna.
Renato Sampaio ou anda distraído ou é inepto para as funções que desempenha ou então, tem uma qualquer estratégia que não quer, ainda, desvendar.
Quer se queira ou não,
Narciso Miranda é uma referência do PS. Ele representa o PS
empreendedor, o PS das mangas arregaçadas, virado para as pessoas e de braço
dado com elas.
Narciso, durante muitos anos, foi a garantia das multidões para todos os Secretários-Gerais que, em período eleitoral, precisavam de planos nas TVs com muita gente.
Depois veio o chamado caso da lota. O PS começou a fingir que nunca tinha precisado desse PS da lota, que não precisava do PS autêntico, do PS genuíno, que a lota sempre representara.
É verdade que foi numa das acções de campanha realizadas na lota que faleceu o Prof. Sousa Franco.
Também é verdade que a opinião pública, a partir desse trágico acontecimento começou a olhar para a lota de forma diferente, onde antes via autenticidade, generosidade, "amor à camisola", começou a ver um bando, que da política fazia um modo de vida e que para singrar nesse modo de vida, era capaz de tudo, até de matar, como se a morte que infelizmente ali aconteceu, não fosse uma fatalidade.
A lota começou a simbolizar tudo o que a politica tem de negativo.
A lota passou a ser signicado de mediocridade. De sofriguidão pelo poder. Do "salve-se quem puder". Do "na politica vale tudo, o que importa é ganhar". Como se o pior da política não estivesse nos corredores do poder, nos gabinetes, nos jogos de bastidores, nas consciências que se compram ou que pura e simplesmente não existem…Como se a lota, não fosse mais que o extravasar de guerras geradas em certos corredores, com passadeiras vermelhas que uns cheiraram e não pretendiam abandonar…

Pretender
ignorar Narciso Miranda, como o parece querer fazer o Presidente da Federação
Distrital do PS/Porto ou procurar apagá-lo da memória como o quer fazer o PS/
Matosinhos, é uma manobra de alto risco. Dificilmente Matosinhos será o bastião
do PS que hoje ainda é, contra Narciso Miranda.
Quem garantiu a transição vitoriosa em Matosinhos?
Onde andaram alguns daqueles que o PS agora recupera, (porque no PS ninguém é (ou devia ser) ostracizado), quando em Matosinhos deles mais se precisou?


Mas sendo isso uma grande ingratidão, (há quem me garanta que em política quem espera gratidão é ingénuo ou verdadeiramente tolo), nem é o pior!

Ignorar ou procurar diminuir um homem com o passado de Narciso Miranda, é ignorar uma parte fundamental do PS. O PS que está presente nas horas de bonança como as que correm, (horas fáceis, porque o poder, nem que seja as migalhas que deixa correr para debaixo da mesa, sempre alimenta, mesmo alguns que nestas alturas deixam transparecer a sua dimensão de ratos oportunistas), mas que, especialmente, não vira as costas nos momentos difíceis. Lembram-se de quem aguentou o PS nos chamados anos negros do cavaquismo? (negros, claro, para os que no PS ansiavam pelo regresso ao poder).

Um partido que não sabe ou não quer honrar aqueles que, no melhor das suas vidas, com lealdade, dedicação e solidariedade o serviram, é um partido sem memória. E um partido sem memória, por melhor que os ventos lhe corram, é um partido sem futuro.
O pior que um partido pode fazer alguém é fingir que essa pessoa já não conta.
É o que o PS está a fazer, com um dos melhores, entre
os seus.

Essa é uma atitude que merece uma única resposta: a demonstração de que esse partido não merece a lealdade de quem lhe dedicou uma vida. E como vivemos em democracia, nada melhor do que perguntar ao povo, o que ele pensa destes comportamentos.
Afinal de quatro em quatro anos há eleições e em democracia o povo é quem mais ordena…

Sábado, Setembro 16, 2006

ECOS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Coisas nunca vistas:

Com a devida vénia ao Senhor Deputado Municipal Pedro Norberto:

"Inauguração de uma estrada à uma da manhã, nunca vi!"

Nem eu.
Mas que queria que o Presidente da Câmara Municipal fizesse, só aquela hora é que ele se convenceu que o Secretário de Estado que lhe prometeu a visita, afinal não viria!

Agora, a vénia é devida ao Senhor Deputado Manuel Ferreira:

"Nunca houve uma Assembleia tão peganhosa como a de hoje!"

Nem sempre ter uma maioria, significa que as coisas corram bem.
"Peganhosa", no sentido de dificil para a maioria, é verdade senhor deputado, foi uma assembleia "chata" p´ra "caramba".
Tão "chata" que alguns silêncios foram ensurdecedores.
Então o senhor Presidente da Junta de Turismo que não foi eleito, nem é inerente, aproveita-se da eleição do senhor Eng. Manuel António para explicar que só na sede da Junta de Turismo dá explicações e o Deputado Manuel António, ouve, como ouve a ex-Presidente daquela Junta e fica calado?!
Terá sido para não dar razão ao senhor deputado Manuel Ferreira?!
É que se falasse, talvez o tivesse que fazer largamente e então, a assembleia para aquele outro senhor deputado, ainda seria mais pegadiça.



E o Hospital Padre Américo voltou à Assembleia Municipal.

O Senhor Deputado Mateus, ao referir-se ao actual Presidente do Conselho de Administração do HPAVS, afirmou:



" a gestão é danosa"



Será que vai alguém vai exigir ao senhor deputado que explique as razões de ciência que lhe permitiram fazer tal afirmação ?

Por afirmações bem menos "contundentes", o anterior Presidente do Conselho de Administração do HPAVS, apresentou uma queixa crime contra o Presidente da Comissão Politica do PS.

E as Termas de S. Vicente, também estiveram em discussão na Assembleia.

Aqui a vénia, vai para a senhora deputada Balbina:

"Meteu-se a raposa no capoeiro para esclarecer as galinhas"

Ainda a propósito das Termas.

Alguém consegue decifrar, explicar ou compreender esta explicação do Senhor Presidente da Câmara:
- Eu como Presidente não sabia de nada.
- O Senhor Presidente da Junta de Turismo, sobre esse assunto nunca falou comigo e não tinha que falar.
- Agora coisa diferente é o meu amigo Manuel António Ferreira (que é o Presidente da Junta de Turismo) ter-me, pessoalmente, dito: Ena pá, tenho lá um problema com a sede da Junta...

Perante isto quem tem razão, o Presidente da Câmara que diz que não sabia de nada ou o Presidente da Comissão Politica do PS/Penafiel que afirmou:

"O senhor Presidente da Câmara Municipal sabia disto tudo e ficou calado."



Para os que julgam que a Assembleia foi pegadiça, aqui ficam alguns registos que demonstram o contrário:

Todos tiraram o chapéu a organização do " Encontro Europeu da Juventude" realizado em Penafiel.

E acordo também parece, às vezes o que parece não é, haver quanto á propriedade do "Café Turismo".

"Aquele edificio é propriedade pública. Ninguém tem dúvidas"

A afirmação é do senhor deputado da coligação Penafiel/Quer, Dr. Alberto Clemente.






O jerico e a máquina falante

Ecos da assembleia municipal de sexta-feira, 15 de Setembro.


Se quer visitar as figuras rupestres de Penafiel, no lugar de Lomar, Freguesia de Luzim, o senhor deputado municipal Adrião Cunha, eleito pela CDU, recomenda:
“Para se ver as figuras rupestres em Penafiel é preciso andar de jerico.”

Quem fala em figuras rupestres, fala em jerico e quem fala em jerico, fala em ambiente.
Por falar de ambiente, escutemos o que disse o senhor Presidente da Junta de Freguesia de Penafiel:

“A CDU não pode andar a apregoar aos quatro ventos o ambiente e
andar a sujar noutros lados”
“A cidade está suja essencialmente por culpa da
CDU.”
“Já que a CDU fala tanto em ambiente que deixe de sujar a
cidade”

E o que lhe retorquiu a CDU, pelo seu eleito Adrião Cunha:

“Olhe que as coisas não devem ser bem assim Senhor Presidente. A CDU
conhece a lei e respeita-a. Se fosse como o Senhor Presidente da Junta de
Freguesia de Penafiel diz, seguramente que a Câmara Municipal e especialmente o
Senhor Presidente da Câmara que é muito atento, já tinha tomado as providências
que se impunham”.


Isto de resposta dá direito a replica e o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Penafiel, replicou:

“A Câmara pode estar desatenta”


E dizemos nós, pode sim senhor! Porque lá que a CDU colocou cartazes onde não devia colocou, como o confessou o seu conhecido militante e dirigente, Mesquita, de Boelhe:


“A CDU colocou cartazes, sim senhor!”


E explicou que os ditos foram colados numas máquinas (estação de comando dos pinos de acesso às Ruas do Paço, Alfredo Pereira e Joaquim Cotta e Largo da Ajuda), mas que as ditas máquinas estão abandonadas há mais de 5 anos. E que, coitadas, se sentiam tristes, sós e inúteis.
Dai que, os camaradas da CDU, lá tivesse colado os cartazes para animar as cujas. E o sucesso da empreitada foi tanto, que o Mesquita atestou:

“ao virar as costas até as máquinas falaram: obrigado camaradas, finalmente
servimos para alguma coisa!”





Quarta-feira, Setembro 13, 2006

DO SANGUE? NÃO! É TUDO UMA QUESTÃO DO LADO...

Lá como cá as "gafes" perdoam-se, desculpam-se ou justificam-se, consoante quem as comete é "dos nossos" ou "dos outros".

E não importa, ao contrário do que pensa Schwarzenegger, o tipo de sangue. O que importa é o lado do "gafeiro". Os do "nosso lado" digam o que disserem estão sempre justificados. Os "do outro lado" com um pio mais desafinado têm toda a cambada do "nosso lado" a cair-lhes em cima, com os mais diversos tipos de moralismo, onde, quase sempre, a hipocrisia é rainha e senhora.

Na politica, ó "exterminador-governador " não é o tipo de sangue que importa para analisar o que se diz ou se deixa de dizer. O que importa é o lado em que se posiciona o falante e o ouvidor.
Que o diga a tua correligionária Bonnie Garcia ou então, o teu adversário Phil Angelides.

Para nós, cá do Vale, do Sousa, obviamente, é só folhear alguns jornais cá do nosso sítio e reparar nos comentários dos articulistas "residentes", olhar as segundas páginas, as setinhas do sobe e desce.

É tudo uma questão de lado.

E olhem que não é o lado da deontologia ou o da consciência, no fundo um só lado, quem, nesta luta, leva a melhor.

O lado que ganha, é sempre o "nosso lado".

Sexta-feira, Setembro 08, 2006

OS PARCEIROS DO PRESIDENTE

Não faz muito tempo - corria o ano de 2002 - que o Presidente da Câmara Municipal de Penafiel (PCMP) proclamava, triunfalmente, que por seu intermédio - afirmava-se "promotor" - as "Termas de S. Vicente" tinham mudado de dono, anunciando para breve (nas eleições de 2001 prometeu a abertura das termas para o ano de 2002), a sua reabertura ao público.
O PCMP chamava a si os louros de um negócio particular. O Sr. Gumercindo, o actual proprietário da instância termal disse esta semana ao JN que apenas fez negócio com a família Amorim, não se percebendo se com aquela afirmação queria desmentir a alegada intervenção da Câmara Municipal de Penafiel que na altura do negócio se afirmou como a "promotora e congregadora das vontades" que permitiram a sua realização.
Não tenho dúvidas que o negócio do Sr. Gumercindo, como ele diz, só a ele diz respeito e à família Amorim, ele enquanto comprador, ela enquanto vendedora.
E assim, as coisas deviam continuar.
Porém, assim não o quis o Sr. Gumercindo.
Então, não é que o Sr. Gumercindo registou em nome da sociedade que representa um imóvel que, desde 1952, tem sido a sede da Junta de Turismo das Termas de S. Vicente?!
    O PCMP, mal foi eleito e investido no cargo, logou tratou de substituir a Presidente da Junta de Turismo da Termas de S. Vicente por um seu correligionário, homem da sua confiança pessoal e política.
    Essa nomeação também correspondeu a uma retribuição.
    Não esqueçámos que quando as Termas encerraram ele se distinguiu na luta que demagogicamente foi travada contra a Câmara Municipal, atribuindo-se-lhe as responsabilidades por aquele encerramento.
    Agora, em nome da coerência seria de esperar que o Presidente da Junta de Turismo das Termas de S. Vicente, conhecendo a alegada participação da Câmara Municipal na "promoção" do negócio das "Termas", pedisse àquela responsabilidades por esta situação.
    Mas não!
    Como se ele não fosse Presidente da Junta à tempo mais que suficiente para regularizar a situção do imóvel, tanto mais que foi com ele à sua frente que o negócio se fez.
    Se for verdade o que o PCMP disse quanto à sua intervenção no negócio
    das Termas, então não é de lhe exigir a mesma eficácia na resolução deste
    diferendo?
    Parece-me que esta história ou foi mal contada na altura do negócio ou está-lo a ser agora.
    A ser verdadeira a versão que atribuí à Câmara Municipal o mérito da recuperação da instancia termal, não seria de esperar que o novo proprietário que confiou na Câmara o suficiente para realizar a compra, desenvolvesse a sua acção em harmonia com a Junta de Turismo, afinal, parceira na promoção do turismo local e, nessa estrita medida, potencial promotora na angariação de clientela para o seu empreendimento?
    Vistas as coisas deste modo, que razões justificarão esta vontade do Sr. Gumercindo de reivindicar como seu - em disputa com a Junta de Turismo - um imóvel que desde 1951/52 é, (pelo menos assim o pensava e como eu, toda a gente que conheço), da Junta de Turismo?
    Por isto, parece-me mau argumento e uma má defesa dos interesses da Junta de Turismo, a produzida alegação do seu Presidente de que a responsabilidade por esta situação é de quem o precedeu, ao não ter registado o imóvel em disputa.
    Não. Esta situação foi gerada e despoletada na vigência do actual
    Presidente da Junta de Turismo. É ele e quem o nomeou, quem tem a obrigação de
    descalçar esta bota.
    Quem tanto utilizou o negócio das Termas em seu beneficio (político), deve, agora, ter a mesma capacidade para resolver, a contento da Junta de Turismo, esta situação.
    Mas lá que fico muito intrigado com esta guerra aberta pelo Sr. Gumercindo, fico!
    E não deixo de me interrogar: que razões terão levado o Sr. Gumercindo,
    por
    tão
    pouco
    , a abrir este diferendo com a Junta de
    Turismo?
    Se há porque espera o Presidente da Câmara para o
    resolver?
    Não foi ele o "promotor" e "congregador" de vontades
    que possibiltou a realização do negócio das Termas?

    AGRIVAL - UM CERTAME COM MUITA GENTE...

    A Agrival deste ano, com mais ou menos qualidade no elenco de artistas convidados - aspecto sempre muito dependente dos gostos e das perspectivas em que cada um se coloca perante o certame - foi mais do mesmo.

    Para o bem e para o mal, não se pode dizer que a organização da Agrival tenha defraudado as expectativas daqueles que gostam da feira tal e qual ela, ao longo dos anos, tem sido realizada.
    A organização deste ano não tendo sido criativa, limitou-se a seguir uma formula de anos, também não ficou aquém das que a precederam.
    Se é verdade que a Agrival 2006 não trouxe novidade, não o é menos que não desmereceu as dos anos anteriores.

    Com o mérito e o demérito inerentes, a organização da Agrival, ao longo dos anos tem-se esmerando na repetição de uma fórmula que lhe tem garantido sucesso, especialmente, quando este é medido no número de visitantes.

    Mantendo a mesma formula, a organização da Agrival para manter ou mesmo aumentar o número de visitantes, (aspecto considerado pelos diversos comentadores do certame como o mais relevante) apenas tem que investir nos artistas da moda.
    Procurar trazer à Agrival os artistas do momento, e esses são aqueles que passam nas televisões, tem sido a garantia do êxito da Agrival.

    Ter uma Agrival com muita gente, também este ano, foi um objectivo conseguido.

    Reconheça-se que a Agrival é, entre os certames com características análogas , aquele que ao longo dos tempos, mais gentes consegue atrair e fidelizar.

    Se é verdade que nessa componente lúdica ou de entretenimento, a Agrival é um êxito, o mesmo já não se poderá dizer quanto à sua estrita componente de feira.
    A Agrival não traz mais valia à promoção dos produtos da região, em especial aos agrícolas.
    Não se pode dizer e esse é um aspecto normalmente ignorado nos balanços que da Agrival são feitos, que seja significativo o impacto que ela tem no volume de transacções conseguidas pelos seus expositores.
    É certo que essa contabilidade e reflexão, não tem estado, como devia, nas preocupações dos agentes do sector.

    Enquanto se pensar a Agrival como uma grande romaria - uma festa - com um ou outro pecadilho, (como este ano lhe foi apontado), o modelo seguido, pelos menos nos tempos mais próximos, garantirá o êxito ou sucesso, que se vê ser proclamado pela organização e por outras pessoas sem interesse directo na utilização propagandística dos números que aquela apresenta.

    Coisa diferente, é vermos na Agrival a oportunidade para a promoção e dinamização da economia da região, em especial do sector agrícola.
    Se forem estes os objectivos primordiais a prosseguir pela Agrival , então é hora de repensar o seu modelo de organização e a fórmula que tem sido seguida, com mais ou menos esmero, ao longo dos anos.
    Não é com a Agrival que a região do Vale do Sousa, deixará de ser o Vale dos sonolentos, como a caracterizou o Prof. Daniel Bessa.
    Penafiel com o seu pavilhão de exposições, tem que conseguir dar um salto qualitativo nos eventos que consegue produzir, dando uma utilização permanente àquele espaço, realizando certames dirigidos a uma clientela diferente e diferenciada que permita apresentar como sinal do êxito ou sucesso, já não o número de visitantes, mas o de negócios realizados ou potenciados.

    O problema da Agrival não está (não esteve) nos oito dias do ano em que se realiza (realizou).
    Está na ínfima ocupação de um espaço que custou ao erário municipal largos milhares de euros e cujo retorno, por mais visitantes que a Agrival tenha, é largamente deficitário.

    Sexta-feira, Setembro 01, 2006

    REFUNDAÇÃO

    A propósito da refundação de que tanta gente fala, aqui fica um artigo de António Vitorino no DN que seguramente ajudará a reflectir sobre este tema.

    MORTE DOS JORNAIS

    "'O Independente' cumpriu a missão histórica de ajudar a estabilizar a democracia, com um sentido crítico único que a tornou mais resistente. Venha outro."
    Inês Serra Lopes, "O Independente", 01-09-2006


    Os jornais vão tombando, à falta de leitores.
    Agora foi a vez do "Independente", (a mim não me deixa saudades. Não era jornal que gostasse de ler, por isso à paz à sua alma e que descanse sem vontade de ressureição), como antes foi "O Comércio do Porto".
    O Pais que consume "morangos com açucar" e "floribelas" em doses de arrebentar, não tem tempo, nem vontade para leitura de jornais.
    Porque será?

    Sameiro

    Sameiro